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#Amazonas - Voto de protesto: Jardel, candidato ao governo do Amazonas em 2017

13/07/2017, quinta-feira

Foto: Portal Gazeta

A eleição suplementar ao governo do Estado, que acontecerá no dia (06/08), domingo, ganhou nas últimas horas um 9° candidato na disputada nas últimas horas para o registro individual de candidaturas – o cabeleireiro Jadelvoni Nogueira Deltrudes (PPL).

A candidata a vice-governadora na chapa encabeçada por Jardel é a advogada Fabiana Campos Silva Wilkens, também do PPL. “Na convenção do Jadelvone, segundo a ata, tinham quatro pessoas, ele, a vice, o presidente da sigla e mais uma pessoa”, informou. Jardel é natural de Manaus, possui ensino superior incompleto e é empresário.

O candidato foi testado nas urnas em 2012, quando concorreu ao cargo de vereador e obteve 1.148 votos, segundo o DivulgaCand (Divulgação de Registro de Candidaturas) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). E  nesta eleição suplementar em 2017 será um voto de protesto para muitos eleitores, pois muitos se encontram insatisfeitos com a situação atual do Estado do Amazonas, pois consideram a segurança, a saúde, a educação e o próprio desenvolvimento do AM precários, sendo o desemprego um dos maiores problemas para a sociedade amazonense, aliás para o Brasil. Há um descrédito nas palavras dos sempre candidatos ao Governo do Amazonas.

Candidato de pouco e pobre orçamento que concorrerá contra os milhões dos outros candidatos ao governo.

Essa é a quinta vez que Jardel concorre a um cargo público. “Já fui três vezes candidato a vereador e uma a deputado estadual. Foi uma surpresa, porque seria outra pessoa que iria concorrer ao governo, e eu sairia como vice. Mas, acredito que ter me candidatado depois me deu mais força”, comenta.

Além de Jardel, concorrem ao governo: Amazonino Mendes (PDT), Eduardo Braga (PMDB), José Ricardo Wendling (PT), Luiz Castro (Rede), Marcelo Serafim (PSB), Rebecca Garcia (PP) e Wilker Barreto (PHS).

"O discurso político dos diversos candidatos ao governo do Amazonas é o mesmo: retomar o crescimento, acabar com a corrupção, depurar a política. Tudo da boca pra fora. Vendedores de ilusões. Na prática, a construção do poder envolve acordos, que passam pelo loteamento [distribuição] de cargos, concessões e partidos, divisão do orçamento – uma conta que será paga com jutos pelos contribuintes", publicou o Portal do Holanda.

Com informações de A Critica, Portal CM7, G1, Portal Gazeta do Amazonas e Portal do Holanda


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