O incidente foi caracterizado como albaroamento durante sua operação
Foto: Redes sociais
18/04/2026, sábado
Caio Silva – Rios de Notícias
MANAUS (AM) – Uma lancha de passageiros perdeu o controle e invadiu uma área de plantação durante a rota entre Carauari e Manaus. O incidente ocorreu na madrugada desta sexta-feira (17/04).
De acordo com testemunhas, o acidente aconteceu em um trecho entre os municípios de Coari e Tefé. A embarcação fazia a linha regular entre Manaus e Carauari no momento do ocorrido.
Em vídeos divulgados nas redes sociais, a lancha aparece imobilizada em meio à vegetação aquática, enquanto passageiros aguardavam o resgate ainda a bordo. A embarcação ficou encalhada entre galhos de árvores.
Ainda não há informações oficiais sobre as causas do incidente, nem se houve falha mecânica ou erro operacional. Segundo testemunhas, o transbordo dos passageiros foi realizado de forma organizada, garantindo que todos recebessem assistência e seguissem viagem em segurança.
Relatos apontam ainda que a embarcação saiu da rota durante a madrugada e avançou para uma área de mata de difícil acesso.
Nota de esclarecimento
Em nota enviada ao Portal RIOS DE NOTÍCIAS, a empresa K. G. de Araújo Navegação informou que a embarcação Expresso Kedson Araújo IV, atualmente fretada pela IV Navegação – responsável pela linha Manaus/Carauari – se envolveu em um incidente classificado como abalroamento durante a operação.
A empresa destacou que todas as medidas de segurança foram adotadas imediatamente e que todos os passageiros foram resgatados, sem registro de feridos.
O abalroamento é caracterizado como a colisão entre embarcações ou o choque contra obstáculos, como cais ou estruturas fixas, podendo causar danos materiais.
A K. G. de Araújo Navegação informou ainda que a situação foi controlada com responsabilidade e reforçou o compromisso com a segurança, transparência e integridade dos passageiros.
Posicionamento
O riosdenoticias.com.br entrou em contato com a Marinha do Brasil para obter mais informações sobre o caso, mas, até o fechamento desta matéria, não houve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.
