Foto:
Divulgação
27/08/2020,
quinta-feira
Nove
pesquisadores da região do Alto Solimões, integrantes da rede de apoio ao
Parque Científico e Tecnológico do Alto Solimões, tiveram suas propostas
selecionadas pelo Programa de Apoio à Interiorização em Pesquisa e Inovação
Tecnológica no Amazonas (Painter).
O
programa é fomentado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas
(Fapeam) e conta com o apoio técnico da Secretaria Executiva de Ciência,
Tecnologia e Inovação do Amazonas (Secti).
Durante
o processo de construção das propostas científicas, os pesquisadores receberam
mentoria da equipe técnica do Núcleo para o Desenvolvimento e Integração da
Faixa de Fronteira do Estado do Amazonas (Niffam), que está sob a coordenação
da Secti.
São projetos incríveis e que
abordam temas que vão desde a questão cultural, relacionada ao conflito de
idiomas com a dimensão sociolinguística da região, até a viabilização do
primeiro centro de conservação de germoplasma e implantação do espaço
científico e cultural do Alto Solimões. Todas as propostas estão em consonância
com os objetivos do Niffam, que tem por finalidade fortalecer as
potencialidades, estimular o desenvolvimento socioeconômico, além de fomentar o
sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) na região do Alto Solimões,
destaca a titular da Secti, Tatiana Schor.
Os
pesquisadores aprovados pelo Painter e que fazem parte da rede que dá suporte
ao Parque Científico e Tecnológico do Alto Solimões, estão baseados na
Universidade do Estado do Amazonas (UEA Tabatinga) e na Universidade
Federal do Amazonas (Ufam Benjamin Constant) e ainda no Instituto Federal do
Amazonas (Ifam Tabatinga).
Nossa ideia é pensar o interior
do Amazonas, abordando narrativas que venham nortear as políticas públicas
sustentáveis, além de fortalecer a Ciência, a Tecnologia e a Inovação, trazendo
o desenvolvimento sociobioeconômico para a região do Alto Solimões,
reforça Tatiana Schor.
Potencialidades
Um
dos projetos selecionados pelo Painter foi o da professora e pesquisadora,
Leonor Farias Abreu, de 55 anos. Ao perceber o alto fluxo de pessoas de
diferentes nacionalidades e etnias que transitam pela cidade de Benjamin
Constant, ela decidiu criar um projeto com o objetivo de mapear esse fluxo,
além de outros indicadores, para apontar os principais pontos buscados e
frequentados pelos turistas que transitam por aquele município.
São turistas que vêm de vários
lugares e países, formando um fluxo bastante diverso. Então, pensei em fazer um
mapeamento para identificar as potencialidades turísticas da cidade,
explica a pesquisadora, que é graduada em Administração e em Economia, e mestra em
Engenharia de Produção, e sempre se interessou pelas áreas
do turismo e empreendedorismo.
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