Foto: MDR
19/06/2020, sexta-feira
Aproximadamente 3 mil pessoas
de baixa renda serão beneficiadas. Iniciativa federal também deve gerar cerca
de 2,6 mil empregos
Brasília-DF,
18/6/2020 – O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) autorizou a retomada
das obras de construção de 730 moradias em Suzano (SP) e em Tabatinga (AM). Aproximadamente 3 mil pessoas com renda
familiar de até R$ 1,8 mil serão beneficiadas nas duas localidades. Com o
processo de substituição das empresas e novo aporte de recursos do Governo
Federal, cerca de 2,6 mil postos de trabalho diretos, indiretos e induzidos
devem ser gerados.
As
obras, contratadas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR),
receberão mais R$ 13,4 milhões para a conclusão dos empreendimentos. “As nossas
ações não pararam e não podem parar. A retomada da construção dessas moradias
demonstra que o Governo Federal está preocupado em levar qualidade de vida e
dignidade para essas famílias e, ao mesmo tempo, estimular a economia nos
municípios. É uma orientação expressa do presidente Jair Bolsonaro”, aponta o
ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
No
Residencial Santa Cecília, em Suzano (SP), serão concluídas 280 unidades
habitacionais que devem beneficiar 1,1 mil pessoas de baixa renda. Por lá, a
iniciativa federal pode gerar mais de 1,2 mil empregos.
O
condomínio composto por 14 blocos foi contratado em maio de 2012, mas as obras
foram paralisadas em janeiro de 2015. No mesmo ano, o residencial foi ocupado
irregularmente e só reintegrado ao Governo Federal em abril de 2018. Além do
processo para seleção de uma nova empresa, o MDR garantiu um aporte de quase R$
8 milhões para a retomada dos serviços. Atualmente, o Residencial Santa Cecília
está com 57% da obra executada. A construtora estima um prazo de 10 meses para
a entrega das unidades.
Já
em Tabatinga (AM), o residencial que leva o mesmo nome da cidade tem 450 moradias
que atenderão 1,8 mil pessoas. O conjunto habitacional amazonense foi
contratado em setembro de 2012. No entanto, a partir de julho de 2017, a Caixa
Econômica Federal recebeu um grande volume de notificações da justiça
trabalhista para o bloqueio de valores nas contas da construtora, que levaram
ao atraso nas obras. Em 2018, o contrato foi rescindido.
O
empreendimento está com 54% das obras executadas e a nova construtora escolhida
terá o aporte de aproximadamente R$ 5,4 milhões. Há a previsão de que sejam
gerados 1,4 mil empregos.
Ministério
do Desenvolvimento Regional
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