12/7/2016, terça-feira
Foto: Grayciane Marques (Barraca do Lucas no Arraial da APAE e Lucas - no centro - se divertindo no Arraial da APAE)
Tabatinga (AM) – No ritmo dos arraias que segue Tabatinga (AM), o Lucas também teve sua barraca no Arraial da APAE. A APAE cedeu um espaço para o Lucas a fim de arrecadar fundos para sua viagem a Tailândia para seu tratamento em sua visão. O Lucas se divertiu no arraial e foi uma noite maravilhosa para o mesmo.
Lucas também terá sua barraca no Grande Arraial Junino das Escolas de Tabatinga que acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de julho no Centro Cultural Presidente Lula, sempre iniciando às 19h.
Até o momento, Lucas arrecadou apenas R$ 3.000,00, pois necessita de R$ 110.000,00. É muito pouco o arrecadado. Precisamos mais, precisamos de sua ajuda. Vivemos em um país aonde a saúde está um caos e nos prevalecemos da ajuda dos outros para garantir uma saúde que é obrigação do Estado, pois os nossos políticos não estão interessados em ajudar o povo e sim resolver a situação deles. Faça parte dessa corrente, estamos precisando de sua ajuda!
A Dilma Rousseff, que não precisa, arrecadou R$ 500.000,00 em dois dias em uma vaquinha virtual, e o Lucas que é um simples cidadão, vítima de nossa saúde brasileira, iniciou sua campanha no Vakinha em (30/6) e até hoje somente arrecadou R$ 70,00. Isso é uma vergonha para nosso Brasil!!
Sobre o Lucas
O Lucas nasceu com uma má formação no nervo óptico, e para que ele possa ver o mundo precisamos da sua ajuda para fazer um Tratamento com Células-tronco que só é feito fora do Brasil. A única solução para ajudar o Lucas a enxergar é com o procedimento em um hospital da Tailândia, que custa no valor de 110.000.00 reais. Contribua com qualquer valor para realizar este sonho.
Assim que o Lucas nasceu, ele não chorou pois a glicemia dele baixou, ele não abria os olhos e não conseguia mamar. Então um neurologista foi chamado e foi feita uma tomografia do cérebro onde foi constatado um cisto e que com isso afetaria a parte do desenvolvimento. Depois de horas, ele ainda não abria os olhos , e quando eu consegui vê os olhinhos dele e percebi que não era normal.
Passamos 11 dias no hospital e levamos ele no primeiro oftalmologista que deu o diagnóstico: o Lucas tinha nascido com má formação do nervo óptico e que o caso dele não tinha jeito. Levamos ele em outros médicos e sempre falavam a mesma coisa.
Como moramos no Amazonas, eu fui para Bogotá na Colômbia e o médico de lá falou que o máximo que o Lucas poderia ver era luz e vultos. Hoje ele realmente só consegue ver luzes e vultos, conseguimos um acompanhamento a cada seis meses com a endocrinologista para fazer reposição de GH ( hormônio de crescimento).
Recentemente descobrimos o tratamento na Tailândia através de pesquisas na internet e pelo vídeo da campanha da Gigi, pois identificamos que é um caso muito parecido com o do Lucas.
Precisamos da sua ajuda para que o nosso menino tenha uma vida com mais oportunidades!
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