17/11/2015, terça-feira
Fotos: Embrapa - De cima para baixo 1 - Estrias marrons causadas pela Sigatoka-negra, observadas na face inferior da folha) / 2 - Folha de uma planta afetada pela Sigatoka-negra, exibindo alta densidade de lesões e necrose do tecido.
A Sigatoka-negra foi constatada no Brasil em fevereiro de 1998, no Estado do Amazonas estando presente no Acre, Rondônia, Pará, Roraima, Amapá e Mato Grosso. O desenvolvimento de lesões de Sigatoka e a sua disseminação são fortemente influenciados por fatores ambientais como umidade, temperatura e vento.
Agente Causal
O fungo causador da Sigatoka-negra é um ascomiceto conhecido comoMycosphaerella fijiensis Morelet (fase sexuada)/Paracercospora fijiensis(Morelet) Deighton (fase anamórfica).
Sintomas
Os sintomas causados pela evolução das lesões produzidas pela Sigatoka-negra se assemelham aos decorrentes do ataque da Sigatoka-amarela, também ocorrendo a infecção nas folhas mais novas. Já os primeiros sintomas aparecem na face inferior da folha como estrias de cor marrom, evoluindo para estrias negras. Os reflexos da doença são sentidos pela rápida destruição da área foliar, reduzindo-se a capacidade fotossintética da planta e, consequentemente, a sua capacidade produtiva.
Danos e distúrbios fisiológicos
A Sigatoka-negra é a mais grave e temida doença da bananeira no mundo, implicando em aumento significativo de perdas, que podem chegar a 100% da produção, onde o controle não é realizado. Devido à sua agressividade, nas regiões onde a Sigatoka-negra é introduzida, a amarela desaparece em cerca de três anos. Ataca severamente as variedades tipo Prata e Cavendish.
Fonte: Embrapa
Fonte: Embrapa
Sobre a banana na Amazônia
A banana faz parte da culinária e dia a dia amazônico, sendo consumida de todas as formas de frita a cozida, de madura ou verde e doce ou salgada com peixes ou qualquer outro tipo de alimento.
Vindo à Amazônia você vai ter que saborear um prato que contenha banana, pois apesar de não ter origem amazônica essa fruta se incorporou à culinária local. E quando andamos de barco nos rios da Amazônia vemos ao longe pés de bananeira na beira dos rios.
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