#Tabatinga-AM - UEA promove Simpósio Nacional e Internacional de Agroecologia em Tabatinga

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Tabatinga (AM) - O Centro de Estudos Superiores de Tabatinga (CESTB), da Universidade do Estado Amazonas (UEA), realiza, entre os dias 25 e 28 de maio, o II Simpósio Nacional de Agroecologia e I Simpósio Internacional de Agroecologia. Com o tema 'Agroecologia na Amazônia: práticas e saberes no contexto das transformações territoriais', as atividades serão realizadas no CESTB.

A submissão de trabalhos acontecerá até dia 12 de abril somente por meio, do site do evento, iisimposionacionaldeagroecologia.blogspot.com.br. Aqueles que tiverem os trabalhos aprovados terão até dia 20 de abril para enviá-los completos.

A temática do evento enfatizará como as práticas e saberes agroecológicos dos povos tradicionais amazônicos têm resistido às transformações territoriais ocorridas no campo nas últimas décadas mediante a expansão do grande capital e das ações do Estado, cujos efeitos vêm comprometendo a sociobiodiversidade regional. 

A proposta é trazer para o centro do debate as questões estruturais que nos possibilitem pensar sobre as 'novas' e 'velhas' dinâmicas do espaço agrário amazônico (produção de commodities, agrocombustíveis, extrativismo e a agricultura itinerante) bem como revisitar a questão campo-cidade e os processos mutilantes inerentes à agricultura modernizada.

Assim, as práticas agroecológicas na Amazônia serão discutidas como alternativa aos modelos convencionais de produção pautados no pacote tecnológico da Revolução Verde e altamente dependente de insumos externos. 

O debate também é sobre a realidade do campo na Amazônia, colocando em evidência o papel exercido pelo trabalho dos povos tradicionais no tocante à produção de alimentos limpos (sem o uso de agrotóxicos), ao abastecimento dos mercados locais e ainda sua contribuição para a soberania alimentar regional e a manutenção da sociobiodiversidade. Será ressaltado também o papel das políticas públicas implantadas pelo Estado no campo e seus desdobramentos para a agricultura desenvolvida pelos povos tradicionais dessa região.

Confira a programação do documento abaixo.


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