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LENDAS AMAZÔNICAS

O Cavalo Branco Gigante

Há tempos, eram frequentes as festas ao longo do Rio Solimões. Aconteciam nas casas e nas comunidades. Nelas participavam as famílias que se convidavam umas às outras. Vinham também pessoas amigas da cidade. Na época, viver no interior à beira do rio era muito bom, tinha muita fartura e era muito divertido.

Em uma dessas ocasiões, um grupo de amigos juntou-se para participar de um desses festejos em uma das ilhas ao longo do rio.


A Lenda do Espírito das Sapoteiras

No bairro da Comara morava um senhor que gostava muito de jogar baralho com seus irmãos que moravam no Marco de tabatinga. Quando retornava, passava sempre pelo mesmo caminho, e alguma coisa mexia com ele.

Cerca noite esqueceu-se da hora. Por volta da meia-noite, resolveu voltar para casa. Quando ia passando pelo Beruri, antigo nome do igarapé do brilhante, percebeu que alguém o seguia. Olhando para trás não via ninguém, mas tinha intuição de que alguém se escondia por detrás do buritizeiro. Não podia enxergar com clareza, pois havia muitas sapoteiras que escureciam o caminho.



A Fúria do Lago

 Antigamente, em uma pequena comunidade, próxima à cidade de Tabatinga, morava uma família, constituída pelo pai, pela mãe e pela única filha.

Quando essa filha entrou na adolescência, o pai faleceu. Com isso as coisas ficaram difíceis, não havia quem fizesse os trabalhos pesados, quem fosse pescar ou caçar, e também não havia vizinhos por perto.

Assim, levavam a vida em frente. Quase não saiam de casa, principalmente a filha que ajudava nos afazares domésticos e nas plantações. Além dos produtos da roça, tiravam o sustento também de um lago que fica perto de casa.




O Mistério do Bodó

Anos atrás, havia uma criança de aproximadamente três anos que morava em uma comunidade na beira do rio. Seu pai, todos os dias, trazia bodó para o almoço. Dizia que comendo bodó a pessoa crescia forte e saudável.

Certo dia, quando iam almoçar, o pai da criança recebeu em sua casa a visita de um amigo que não via há muitos anos. E os dois foram conversar na sala. Conversando, conversando, o pai se esqueceu que o filho ficara sozinho à mesa.

Estando com muita fome, a criança comeu o bodó, sem separar as espinhas. Engolindo tudo, engasgou-se. Apavorada, começou a gritar e pedir ajuda.




A lenda da Loira do Açude

Esta história tem início por volta da década de 80, após o trágico acidente ocorrido no município de Tabatinga, quando uma aeronave da empresa TABA (Transportes Aéreos da Bacia Amazônica), com sede em Manaus, caiu nesta localidade.

O vôo de número 1907 partiu da cidade de Manaus com 38 passageiros e 3 tripulantes. Fez sua primeira escala na cidade de Eirunepé, onde ocorreu o embarque e o desembarque de alguns passageiros. Dando prosseguimento ao plano de voo, a aeronave decolou com destino a Tabatinga, onde faria mais uma escala e voltaria para Manaus (AM).




A Mulher de Branco

Havia uma jovem muito alegre e divertida que gostava de frequentar as baladas da cidade. Em final de uma dessas festas, por infelicidade, sofreu um trágico acidente de trânsito. Passado algum tempo, começou a aparecer vestida de branco nas noitadas tabatinguenses.

Certa noite, quando apareceu no salão, um rapaz encantou-se com sua beleza. Convidou-a para dançar, e assim se divertiram a noite inteira.

Por volta das 3h da manhã, a moça avisou que estava na hora de voltar. O rapaz pediu para acompanhá-la até sua casa. A jovem recusou a companhia, mas o moço encantado com a sua beleza, insistiu. Depois de muita insistência, resolveu aceitar.



O Mistério de Noaca

Lembram antigos moradores de Tabatinga que nos inicíos do povoamento desta região qualquer lugar que fosse um pouco mais desenvolvido já era considerado vila.
Assim, foi Noaca um povoado nas proximidades de Feijoal, que devido a uma epidemia, causada por uma doença desconhecida, entrou em decadência.


Contam que um dia o padre do lugar estava celebrando a missa, e ao terminar, enquanto se dirigia à porta da igreja, ouviu um enorme grito de um macaco guariba vindo por debaixo do piso. Desse momento em diante, as pessoas começaram a morrer vítimas de uma terrível doença que matava tão rápido que os enterros tinham que ser coletivos. Poucas pessoas conseguiram fugir dali sem serem contaminadas.



A Moça Apaixonada

Um jovem casal que morava no Marco mudou-se para uma ilha. Além dos pertences, levaram também uma moça que eles criaram e que agora cuidava do filho recém-nascido do casal. Viviam da agricultura.

Certa vez, ao saírem para mais um dia de trabalho, disseram-lhe:

- Minha filha, nós vamos plantar feijão na praia, e você vai ficar em casa, porque está menstruada, mas não atenda ninguém.



A lenda do Igarapé do Brilhante

O igarapé do Brilhante situa-se à esquerda da Avenida da Amizade, indo em direção ao 8º BIS, precisamente entre a AABB e a Vila Militar, em Tabatinga (AM).

Em tempos antigos, dentro do igarapé do Brilhante, havia ouro e pedras preciosas. Como um morador tivesse encontrado uma pedra brilhante, outros mais vieram, garimpar à procura da fortuna. A notícia se espalhou rapidamente e com isso reuniu muita gente que começou a se estabelecer no local, até formar o bairro Brilhante. Quanto ao ouro, foi encontrado sim, mas ouro de tolo.


Conta-se que moradores e estudantes que por ali passavam, viam pessoas e ouviam grito.



A lenda da Mulher Misteriosa do Cemitério São Lázaro

Por ser uma cidade fronteiriça, Tabatinga reúne pessoas de três países – Brasil, Peru e Colômbia – e esse intercâmbio cultural acontece até mesmo nas festas.

Por esse motivo, muitas famílias costumam vir morar aqui em busca de melhores condições de vida. Foi o que aconteceu com certa família que veio de Iquitos, Peru, para estabelecer-se em tabatinga. Era constituída de pai, mãe e um filho maior. Para conhecer o ambiente noturno da cidade, o rapaz foi frequentar uma das noitadas na Scândalo´s Dance, uma das mais famosas danceterias da cidade. Na pistga de dança onde o agito era total apareceu uma belíssima, irradiando alegria. Quando a viu, encantou-se com sua beleza.



A Sanguessuga

A natureza esconde seus mistérios e encantos. Existe um lago por nome Caiau, próximo à comunidade de Teresina III, comunidade pertencente à Tabatinga (AM), cuja abundante fartura de peixes de outrora, hoje já se tornou escassa pela depredação do homem.

Antigamente, os pescadores retiravam dali os mais variados tipos de peixe para o sustento de suas famílias e também para comercializá-los.

Mas quando a natureza se sente ameaçada, por força própria, ela se defende.


O Feitiço da Ilha do Guariba

Há muitos anos, existia um lugar chamado Ilha do Guariba.

Certo dia, os agricultores que moravam nessa ilha foram surpreendidos com a chega de um senhor que trazia mais de cem cabeças de gado. Sem dar explicação, soltou-as na ilha. Diante disso, os moradores se revoltaram, pois o gado comeria ou estragaria todas as suas plantações. Contudo, apenas uma índia, chamada Júlia, foi capaz de tomar alguma providência. Afinal era dela a maior parte do plantio. Muito cuidadosa, mantinha limpo seu pomar, onde cultivava todo tipo de frutas e verduras.


A Lenda do Homem que se Transforma em Porco

Houve um tempo em que os militares do Exército residiam no antigo Sapotal, às margens do Rio Solimões, hoje conhecido como Comara. Lá moravam três amigos de farda. O mais velho deles trabalhava no rancho, e era cozinheiro.

Os outros dois desconfiaram que seu colega virava porco, porque nas noites de festas ele sumia, não era encontrado em lugar algum e sempre que sumia aparecia um enorme porco. Só que naquela época ninguém criava por essas redondezas e muito menos com aquele tamanho. Certa noite um dos soldados voltou cedo da festa e deitou-se. Logo em seguida, chegou o cozinheiro todo desconfiado, deitou-se na rede, mas não conseguia dormir.



A Lenda do Negão da Sapoteira

Quando Tabatinga era apenas uma vila, onde atualmente se situam o Correios e a Construbrás, em frente à Escola Estadual Pedro Teixeira existia um grande seringal. A atual rua Coronel Berg era somente um caminho por onde passavam moradores e alunos, indo em direção a seus trabalhos ou à escola.

Nesse seringal existia uma enorme seringueira. Nele também aparecia um negão alto que atacava os pedestres, principalmente os estudantes que se dirigiam à Escola Estadual Duque de Caxias. Com medo de serem atacados, formavam pequenos grupos.

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