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#Tabatinga-AM - Mulher vê a morte de frente no rio Solimões e relata em rede social

20/01/2017, quinta-feira

Foto: Reprodução no Facebook

Tabatinga (AM) – Uma Internauta relatou em rede social, terça-feira  dia (18/07), o seu desespero ao ver que o barco, conhecido como balieira, que estava lhe levando de Tabatinga para Benjamin Constant estava prestes a virar. A internauta é profissional da Educação e trabalha na UFAM, conforme em seu perfil no Facebook e tem que fazer esse trajeto diariamente, e neste dia, conforme relatou, viu a morte em sua frente navegando no rio Solimões. A postagem teve 117 curtidas. No barco havia adultos e crianças. O ocorrido foi no mesmo dia do relato. Veja abaixo:

“Mais um dia de trabalho... mais um dia de provação. Hj vi minha vida passar num filme rápido. O Rio Solimões estava mto agitado e o banzeiro quase leva a balieira a pique.  Foi uma gritaria de mulheres e crianças. Vi o desespero do comandante tentando manobrar a lancha enquanto a água batia fortemente contra nós. O vento contrário nos elevava as alturas. De 10 anos de travessia Tabatinga Benjamin nunca passei por tal situação...o banzeiro era tão alto que a água passava por cima da balieira molhando todo mundo. mas ainda não chegou minha hora. Acho que Deus ainda tem propósitos para minha vida... só tenho a agradecer a Deus por mais uma oportunidade de testemunho.”

Uma outra internauta avisa em seu comentário:

“Só avisando que quando amanhecer em dias de “friagem” (como amanheceu hoje [terça-feira dia 18/07] e você tiver que fazer o trecho Tabatinga/Benjamin Constant /Tabatinga, via fluvial, aviso que não façam isso, deixem pra resolver seus problemas em outro dia, pois o rio fica muito, muito agitado mesmo e ficar cara a cara com a morte não é legal. Graças a Deus ele estava ao nosso lado e nos protegeu. Bom dia a todos!”

O rio Solimões fica mais agitado em dias de chuvas. Barcos pequenos correm perigo de naufragar, nesse caso foi em dia de friagem. A principal prevenção para o passageiro fluvial é sempre estar com colete flutuante. Esse é um cotidiano da Amazônia onde usam-se os rios para viajar.

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