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#Amazonia - Projeto Amazônia Conectada entra na 2a fase

11/04/2017, terça-feira

Foto: IP News

Iniciativa permitirá o acesso à internet a milhares de pessoas das regiões ribeirinhas localizadas às margens dos rios Negro, Solimões, Madeira, Juruá e Purus.

O Diretor Geral, General de Divisão Decílio de Medeiros Sales e o Gerente Geral, Major Luciano Sales e a Nexans – Companhia francesa de atuação global, protagonista no modelo de transição de energia na Europa – e os demais parceiros, anunciam esta semana o início da implementação do segundo trecho do Projeto Amazônia Conectada, que permitirá o acesso à internet a milhares de pessoas das regiões ribeirinhas localizadas às margens dos rios Negro, Solimões, Madeira, Juruá e Purus.


Nesta fase, o Amazônia Conectada interligará o município de Coari a Manaus e Manaus a Novo Airão por meio de infovias onde transitarão os cabos de fibra óptica de alta velocidade Nexans, em mais de 600 quilômetros, instalados no berço dos rios.
Com uma equipe reduzida – apenas 20 pessoas – o projeto foi viabilizado graças à cooperação da Nexans e dos apoiadores, mais de 10 instituições envolvidas, o que permitiu baratear os seus custos.

Há um ano foi inaugurado o trecho que liga os municípios de Coari a Tefé, numa extensão de 240 quilômetros. As conexões disponibilizadas à internet atualmente, por satélite, na região, possuem alto custo atingindo 11 mil reais por cada megabit por segundo de velocidade. A nova linha, que transitará pela rede digital de alta velocidade, transmitirá até 100 Gigabits por segundo e a ideia do Exército é fazer parceria com provedores locais, além de interligar órgãos públicos, como escolas, levando não apenas educação, mas também saúde para a população ribeirinha.

O Amazônia Conectada vai criar cinco infovias por meio dos rios. No total serão 52 municípios beneficiados, e os objetivos são grandiosos como a conexão de quase 1600 escolas, na rota do Rio Solimões entre Manaus e Tabatinga; a criação de novos provedores em um projeto nacional, por meio de um gabinete que deverá ficar na beira dos rios, no qual eles poderão conectar sua rede para levar a comunicação para os negócios, o governo ou a casa das pessoas.

É impressionante o impacto que o projeto terá não apenas na vida da amazonense, que sofre com a segunda pior rede de telecom do País. O projeto foi viabilizado extremamente reduzido em cerca de 3 vezes o valor praticado no mercado nacional.

A chegada dos cabos ao Brasil exigiu uma sofisticada operação de fabricação e de logística desde o site industrial da Nexans, localizado em Rognan (norte da Noruega acima do círculo polar ártico) até Manaus, Brasil. Os cabos foram desenvolvidos com especificações e parâmetros referendados por Normativas de segurança, resistência, disponibilidade, velocidade, operacionalidade e definidas pelo Exército, objetivando atender a extrema complexidade e sofisticação do Projeto de transmissão, comunicação e conectividade do Amazônia Conectada.

A logística de transporte deste tipo de produto, de alta segurança e sofisticação, exigiu uma integração de excelência entre a saída do produto da fábrica e a sua colocação, diretamente em navios especiais, que saíram da Noruega preparados para, na chegada a Manaus, serem carregados em balsas, especialmente preparadas para o lançamento dos cabos diretamente no leito dos rios.

O Programa foi lançado em 2014 para levar o acesso à internet à uma extensão de oito mil quilômetros na Amazônia Brasileira. Ele conta com a parceria de instituições brasileiras, como por exemplo, o Ibama, a Rede Nacional de Pesquisa, o Governo do Estado do Amazonas, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas, a Universidade do Estado do Amazonas, a PRODAM-Companhia de Processamento de Dados do Amazonas, a Telebrás, a Eletronorte, Instituto Chico Mendes, o Ministério Público do Estado do Amazonas, entre outros.

Fonte: IP News

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